Neoplasias de Glândulas Salivares

  • João Victor Melo De Almeida FPM- FACULDADE PATOS DE MINAS
  • Gabriel Gomes PEREIRA* FPM- FACULDADE PATOS DE MINAS
  • Gustavo Felipe CARVALHO
  • Cizelene do Carmo Faleiros Veloso GUEDES FPM- FACULDADE PATOS DE MINAS
Palavras-chave: glândulas salivares, neoplasias, adenoma pleomórfico, carcinoma adenoide cístico

Resumo

INTRUDUÇÃO: As neoplasias de glândulas salivares estão entre o grupo raro de tumores, correspondendo a cerca de 3% de todas as neoplasias da região de cabeça e pescoço. As neoplasias benignas foram mais encontradas correspondendo a 54% a 79% e as malignas 46%. Entre os tumores benignos, o adenoma pleomórfico foi o tipo mais frequente e o tumor maligno mais comum foi o carcinoma adenoide cístico. Quanto à localização tanto as neoplasias benignas quanto as malignas acometeram mais a glândula parótida. E a maior frequência foi no sexo feminino, na 3° década de vida para as benignas e na 7° década para as malignas e uma maior incidência na raça branca. OBJETIVO: Determinar a frequência relativa e a distribuição das neoplasias benignas e malignas de glândulas salivares. METODOLOGIA: Revisão de literatura exploratória e qualitativa sobre as neoplasias de glândulas salivares em livros, monografias, artigos científicos nas bases de dados Pubmed, SciELO e Google Acadêmico nos anos de 1998 até 2009 levando em consideração sexo, idade, tipo racial, localização anatômica e diagnóstico histopatológico. CONCLUSÃO: O conhecimento e diagnóstico das neoplasias de glândulas salivares pelos cirurgiões dentistas se faz necessário para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Biografia do Autor

João Victor Melo De Almeida, FPM- FACULDADE PATOS DE MINAS

INTRUDUÇÃO: As neoplasias de glândulas salivares estão entre o grupo raro de tumores, correspondendo a cerca de 3% de todas as neoplasias da região de cabeça e pescoço. As neoplasias benignas foram mais encontradas correspondendo a 54% a 79% e as malignas 46%. Entre os tumores benignos, o adenoma pleomórfico foi o tipo mais frequente e o tumor maligno mais comum foi o carcinoma adenoide cístico. Quanto à localização tanto as neoplasias benignas quanto as malignas acometeram mais a glândula parótida. E a maior frequência foi no sexo feminino, na 3° década de vida para as benignas e na 7° década para as malignas e uma maior incidência na raça branca. OBJETIVO: Determinar a frequência relativa e a distribuição das neoplasias benignas e malignas de glândulas salivares. METODOLOGIA: Revisão de literatura exploratória e qualitativa sobre as neoplasias de glândulas salivares em livros, monografias, artigos científicos nas bases de dados Pubmed, SciELO e Google Acadêmico nos anos de 1998 até 2009 levando em consideração sexo, idade, tipo racial, localização anatômica e diagnóstico histopatológico.

RESULTADOS: O conhecimento e diagnóstico das neoplasias de glândulas salivares pelos cirurgiões dentistas se faz necessário para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Gabriel Gomes PEREIRA*, FPM- FACULDADE PATOS DE MINAS

INTRUDUÇÃO: As neoplasias de glândulas salivares estão entre o grupo raro de tumores, correspondendo a cerca de 3% de todas as neoplasias da região de cabeça e pescoço. As neoplasias benignas foram mais encontradas correspondendo a 54% a 79% e as malignas 46%. Entre os tumores benignos, o adenoma pleomórfico foi o tipo mais frequente e o tumor maligno mais comum foi o carcinoma adenoide cístico. Quanto à localização tanto as neoplasias benignas quanto as malignas acometeram mais a glândula parótida. E a maior frequência foi no sexo feminino, na 3° década de vida para as benignas e na 7° década para as malignas e uma maior incidência na raça branca. OBJETIVO: Determinar a frequência relativa e a distribuição das neoplasias benignas e malignas de glândulas salivares. METODOLOGIA: Revisão de literatura exploratória e qualitativa sobre as neoplasias de glândulas salivares em livros, monografias, artigos científicos nas bases de dados Pubmed, SciELO e Google Acadêmico nos anos de 1998 até 2009 levando em consideração sexo, idade, tipo racial, localização anatômica e diagnóstico histopatológico.

RESULTADOS: O conhecimento e diagnóstico das neoplasias de glândulas salivares pelos cirurgiões dentistas se faz necessário para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Gustavo Felipe CARVALHO

INTRUDUÇÃO: As neoplasias de glândulas salivares estão entre o grupo raro de tumores, correspondendo a cerca de 3% de todas as neoplasias da região de cabeça e pescoço. As neoplasias benignas foram mais encontradas correspondendo a 54% a 79% e as malignas 46%. Entre os tumores benignos, o adenoma pleomórfico foi o tipo mais frequente e o tumor maligno mais comum foi o carcinoma adenoide cístico. Quanto à localização tanto as neoplasias benignas quanto as malignas acometeram mais a glândula parótida. E a maior frequência foi no sexo feminino, na 3° década de vida para as benignas e na 7° década para as malignas e uma maior incidência na raça branca. OBJETIVO: Determinar a frequência relativa e a distribuição das neoplasias benignas e malignas de glândulas salivares. METODOLOGIA: Revisão de literatura exploratória e qualitativa sobre as neoplasias de glândulas salivares em livros, monografias, artigos científicos nas bases de dados Pubmed, SciELO e Google Acadêmico nos anos de 1998 até 2009 levando em consideração sexo, idade, tipo racial, localização anatômica e diagnóstico histopatológico.

RESULTADOS: O conhecimento e diagnóstico das neoplasias de glândulas salivares pelos cirurgiões dentistas se faz necessário para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Cizelene do Carmo Faleiros Veloso GUEDES, FPM- FACULDADE PATOS DE MINAS

INTRUDUÇÃO: As neoplasias de glândulas salivares estão entre o grupo raro de tumores, correspondendo a cerca de 3% de todas as neoplasias da região de cabeça e pescoço. As neoplasias benignas foram mais encontradas correspondendo a 54% a 79% e as malignas 46%. Entre os tumores benignos, o adenoma pleomórfico foi o tipo mais frequente e o tumor maligno mais comum foi o carcinoma adenoide cístico. Quanto à localização tanto as neoplasias benignas quanto as malignas acometeram mais a glândula parótida. E a maior frequência foi no sexo feminino, na 3° década de vida para as benignas e na 7° década para as malignas e uma maior incidência na raça branca. OBJETIVO: Determinar a frequência relativa e a distribuição das neoplasias benignas e malignas de glândulas salivares. METODOLOGIA: Revisão de literatura exploratória e qualitativa sobre as neoplasias de glândulas salivares em livros, monografias, artigos científicos nas bases de dados Pubmed, SciELO e Google Acadêmico nos anos de 1998 até 2009 levando em consideração sexo, idade, tipo racial, localização anatômica e diagnóstico histopatológico.

RESULTADOS: O conhecimento e diagnóstico das neoplasias de glândulas salivares pelos cirurgiões dentistas se faz necessário para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Publicado
21-07-2019
Como Citar
De Almeida, J. V., PEREIRA*, G., CARVALHO, G., & Faleiros Veloso GUEDES, C. (2019). Neoplasias de Glândulas Salivares. Revista De Odontologia Contemporânea, 3(1 Supl 1), 53. https://doi.org/10.31991/iiisdpbucalv3n1201953
Seção
Resumos ANAIS Simpósio de Detecção e Prevenção Câncer de Boca Noroeste Minas